Para fechar o ano com chave de outra a Grupo Editoral Record preparou dois lançamentos incríveis:

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O canto mais escuro da Floresta – Holly Black

Viaje por um mundo de magia e seres místicos. Mas não se engane pelos contos que você conhece. Fadas podem ser cruéis, magia pode ser mortal e o garoto adormecido num caixão de vidro, um dia pode acordar.

Hazel e seu irmão, Ben, moram em Fairfold, uma cidade onde humanos e o Povo do Ar convivem pacificamente. Turistas visitam o lugar para testemunhar as maravilhas do Povo e o elemento mais maravilhoso ali, o garoto de chifres. Mas os visitantes nunca conseguem ver o perigo daquelas árvores.

Desde crianças, Hazel e Ben criam histórias sobre o garoto no caixão de vidro. Que ele é um príncipe e os dois são cavaleiros em sua guarda. Fingem e esperam, de todo o coração, que seu príncipe seja diferente das outras fadas, que fazem acordos cruéis, escondem-se nas sombras das árvores e amaldiçoam turistas…

Mas, à medida que cresce, Hazel vai deixando as histórias de lado. Ela sabe que o garoto de chifres nunca irá acordar. E então, um dia… ele acorda.

Tudo está virado de cabeça para baixo, e Hazel precisa se tornar o cavaleiro que um dia fingiu ser.

Em uma história que fala de romance, alianças que não se revelam e a pontada ferina da traição, a garota e seu irmão se perguntam se a coragem dos tempos de infância será suficiente.

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Os meninos são a cura do machismo – Nana Queiroz

Em Os meninos são a cura do machismo, Nana Queiroz propõe que uma educação feminista amorosa é a vacina contra nossa pandemia patriarcal.

Depois de trabalhar ao longo de uma década combatendo o machismo, com foco nas mulheres, Nana Queiroz percebeu que, de certa forma, era como se estivesse secando gelo. As mulheres eram, sem dúvida, o remédio mais efetivo que conhecia contra o machismo, com seu grito e sua coragem para quebrar silêncios e conquistar direitos. Mas eram isso: antibiótico para uma infecção generalizada que resistia em retroceder. Eram o grito desesperado de um corpo social na UTI.

Como mãe de um homenzinho, viu-se então diante da oportunidade de trabalhar na erradicação desse mal. Os meninos podem ser a cura do machismo. Uma educação feminista amorosa é a vacina contra nossa pandemia patriarcal. Porque ninguém nasce insensível, ninguém nasce agressor, ninguém nasce estuprador — isso é, na verdade, o que o machismo quer que a gente pense sobre os homens. Que existe alguma natureza perversa que os rebaixa e os leva a agir irracionalmente.

Nana escolheu acreditar nos meninos: eles mudarão tudo — desde que a gente deixe de treiná-los para oprimir. Os meninos são a cura do machismo ensina como cultivarmos um antiexército de homens decentes que se atrevam a mudar o mundo para melhor.

“A metáfora que melhor descreve meu ponto de vista é a do hospedeiro consciente e o vírus. Uma pessoa doente não é culpada por contrair um vírus (ao menos, não na maioria dos casos), mas, se não busca tratamento disponível, é responsável pela deterioração da própria saúde e pela infecção daqueles com quem entra em contato. O machismo estrutural é o vírus dessa história. Os homens, o hospedeiro. Nós, a sociedade, somos os profissionais de saúde que têm de tornar o tratamento disponível. Podemos — e devemos — nos valer de medicamentos fortes como protestos, leis e punições. Mas também devemos trabalhar a prevenção, construindo uma educação que impeça que os meninos sejam seduzidos pelo torpor dessa febre.”

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