Nessa sexta, dia 20 de maio, às 19h, acontece, de forma online uma conversa com parceiros e amigos sobre a capoeira e a lei 10.639/03. Quais são as possibilidades e desafios para o ensino da história e cultura afro nas escolas através desta ferramenta riquíssima que é a capoeira?
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Lembrando que a capoeira é uma arte que engloba várias artes, está presente em mais de 180 países e é a arte que mais divulga a língua portuguesa no mundo!
Esta ação faz parte do projeto Tempo é rei em Curitiba, um e-book de Mel e Kandiero, permeado de ancestralidade e cosmovisão africana.
A história se passa na Roda de Rua da Praça Tiradentes, com textos e imagens inspirados em personagens reais.
Acesse o e-book no link https://bit.ly/Tempo-rei e venha conversar sobre a capoeira e a lei 10.639/03 no canal do Centro Cultural Humaita https://bit.ly/canal-humaita dia 20 de maio, a partir das 19h.
A obra trata-se de uma ficção inspirada em fatos reais. Ao longo do livro, um mestre griô contemporâneo e um ancestral afro-curitibano compartilham percepções e lembranças bem peculiares sobre a história de Curitiba. Todo o roteiro acontece na tradicional Roda de Rua da Praça Tiradentes, à sombra do Tempo, ou seja, aos pés das Gameleiras Sagradas, árvores majestosas que representam o mesmo que a Catedral representa para os cristãos: uma conexão entre o céu (ou “Orum”) e a terra (ou “Ayê”) para as culturas de matriz africana.
A narrativa foi construída em parceria com os amigos da Roda de Rua, incluindo cantigas tradicionais, ladainha e corridos, além de um poema do Tartaruga, o professor Edson Luis Pereira das Neves.
Mel e Candiero escrevem livros e realizam eventos à frente do Centro Cultural Humaita – Centro de Estudo e Pesquisa da Arte e Cultura Afrobrasileira, desde 2006, dentre os quais destacam-se a Festa do Rosário, a Linha Preta Curitiba, o Festival Paranaense do Samba, o Festival de Cantigas de Capoeira e o Festival Literário Afro-paranaense.
Autores, dentre outras obras, dos livros Oralidades Afro-paranaenses: fragmentos da presença negra na história do Paraná; Afro-curitibanos: crônicas, manifestos e pensamentos azeviche; História e Cultura Afro-colombense: rompendo o consenso da invisibilidade e a visibilidade do consenso; Subsídios turísticos, históricos e educacionais para a construção de um roteiro Afro-parnanguara.